Meu Humor Atual: Meu humor atual - i*Eu
Nome: Juliana Crisóstomo.
Moro em: Campo Grande-MS.
Idade: 21 anos.
Niver: 04/05/1985.
Ídolo: Giba!!!
Esporte: Volei


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Sobre o Giba:...

Pode ser que os gostos dele tenham mudado. Em breve eu atualizo.

Nome: Gilberto Amauri de Godoy Filho.
Data de Nascimento: 23/12/76.
Idade: 29 anos.
Naturalidade: Londrina/ Paraná.
Peso: 85 Kg.
Altura: 1,93 m.
Pais: Solange e Gilberto.
Esposa: Cristina Pirv, 32.
Filha: Nicoll Pirv de Godoy.
Irmã: Fernanda.
Cor: Verde.
Time: Paraná Clube.
Grupo Musical: Paralamas do Sucesso e Fleetwood Mac.
Animal: Cavalo.
Filme: Cidade dos Anjos, Advogado do Diabo, Seven e Jerry Maguire.
Hobby: Cozinhar, assistir a filmes e ler livros.
Comida: Massas ,especialmente nhoque.
Mania: De mexer na sua correntinha e na camiseta.
Sonho: Ganhar outra Olimpíada.
Tatuagem: Uma Fênix do lado direito do tórax.
Joga no: Piemonte Cuneo (Itália).
Posição: Ponta.
Depois do volei: Quer ser veterinário.

TÍTULOS PELA SELEÇÃO: *Medalha de ouro no Mundial Infanto-Juvenil em 93 na Turquia
*Medalha de prata na Copa do Mundo Juvenil em 94
*Mundial da Juventude 95 (seleção juvenil)
*Medalha de bronze na Copa do Mundo em 95
*Copa do Mundo dos Campeões do Japão 97
*Medalha de bronze na Liga Mundial 98/99
*Sul-americano 95, 97, 99, 2000 e 2001
*Copa América 98, 99 e 2001.
*Medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg em 99
*Medalha de ouro na Liga Mundial de 2001
*Medalha de prata na Liga Mundial 2002
*Torneio Consorzio Metano di Vallecamonica 2001
*Torneio Sei Nazioni 2002
*Medalha de ouro no Campeonato Mundial 2002
*Medalha de ouro na Liga Mundial 2003
*Medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003
*Medalha de ouro na Copa do Mundo 2003
*Medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-04
*Medalha de ouro na Liga Mundial 2005
*Medalha de prata na Copa América 2005
*Medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano 2005
*Medalha de ouro na Copa dos Campeões 2005

MEDALHAS POR CLUBES *Campeão da Copa Itália pelo Cuneo 2006
*Copa Brasil 96 pelo Chapecó/São Caetano
*Vice-campeão da Superliga 97/98 pelo Olympikus
*Paulista 98 pelo Papel Report
*Vice-campeão da Superliga 98/99 pelo Papel Report
*Superliga 99/2000 pelo Minas/Telemig
*Superliga 2000/2001 pelo Minas/Telemig

.::Próximos Jogos::.
***Returno***


Aguarde início
da Liga Mundial

 



Bem, ainda não está concluído e a fonte de informações é a Gazzeta Esportiva. Tenho que escrever um final para a história que está desatualizado. Mas já dá para ter uma boa noção da carreira e vida do Giba. Logo logo eu termino essa sessão! :)

- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h53
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Raio-X

NOME: Gilberto Godoy Filho

NOME DE JOGO: Giba

NASCIMENTO:
23/12/76

NATURALIDADE:
Londrina/PR

PESO
(kg): 85

ALTURA
(m): 1,92

IMPULSÃO PARA CORTADA
(m): 3,25

IMPULSÃO PARA BLOQUEIO
(m): 3,12

CLUBES:
Canadá, Círculo Militar, Curitibanos, Cocamar, Chapecó e Olympikus, Papel Report/Suzano, Telemig Celular/Minas, Ferrara (ITA) e Cuneo (ITA).
Time atual: Cuneo (ITA).

TÍTULOS PELA SELEÇÃO:

Medalha de ouro no Mundial Infanto-Juvenil em 93 na Turquia
Medalha de prata na Copa do Mundo Juvenil em 94
Mundial da Juventude 95 (seleção juvenil)
Medalha de bronze na Copa do Mundo em 95
Copa do Mundo dos Campeões do Japão 97
Medalha de bronze na Liga Mundial 98/99
Sul-americano 95, 97, 99, 2000 e 2001
Copa América 98, 99 e 2001.
Medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg em 99
Medalha de ouro na Liga Mundial de 2001
Medalha de prata na Liga Mundial 2002
Torneio Consorzio Metano di Vallecamonica 2001
Torneio Sei Nazioni 2002
Medalha de ouro no Campeonato Mundial 2002
Medalha de ouro na Liga Mundial 2003
Medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003
Medalha de ouro na Copa do Mundo 2003
Medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-04
Medalha de ouro na Liga Mundial 2005
Medalha de prata na Copa América 2005
Medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano 2005
Medalha de ouro na Copa dos Campeões 2005


MEDALHAS POR CLUBES

Copa Brasil 96 pelo Chapecó/São Caetano
Vice-campeão da Superliga 97/98 pelo Olympikus
Paulista 98 pelo Papel Report Vice-campeão da
Superliga 98/99 pelo Papel Report
Superliga 99/2000 pelo Minas/Telemig
Superliga 2000/2001 pelo Minas/Telemig



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h51
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As primeiras cortadas

O interesse de Gilberto Amauri de Godoy Filho pelo vôlei começou cedo. Com apenas 10 anos, em Londrina, cidade do norte do Paraná, o garoto começou a treinar. “Não tive nenhuma influência. Apenas jogava na escola, gostei e resolvi treinar”.

Parece um início simples. Mas não foi. Apenas três meses após o começo de seus treinamentos, um acidente provocado por uma traquinagem de garoto impediu-o de continuar e ele pensou até em desistir das quadras. “’Éramos donos de padaria. Minha mãe estava fechando as portas e me mandou que a esperasse. Fugi para brincar de esconde-esconde, caí de uma árvore em cima da ponta de um portão de ferro”. Resultado: um rasgo no braço esquerdo do cotovelo até o pulso que exigiu 150 pontos para ser fechado.

Giba jura que aquela foi a sua última desobediência à mãe. Entretanto, para sorte da torcida brasileira, alguns anos depois, em 89, ele retornava às quadras do clube Canadá, ainda em Londrina, no qual treinou durante um ano.



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h48
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O jovem padeiro

Durante o período em que esteve afastado do vôlei para recuperação de seu braço, Giba teve de enfrentar um outro problema: a separação dos pais. Isso o obrigou a ajudar sua mãe a tomar conta da padaria da família, em Londrina. E isso incluía inclusive colocar, literalmente, a mão na massa. O garoto Gilberto Amauri de Godoy Filho acordava às 4h30 para fazer pães, às 7 horas ia para a escola e depois voltava para a padaria e só retornava para casa à noite.

Com sua recuperação, ele precisava jogar escondido da mãe que era contra sua paixão pelo vôlei. Mas ele sabia que seu negócio estava longe dos fornos, dos quais se livrou depois que a família se transferiu para Curitiba. O vôlei foi a forma que Giba encontrou para ajudar a família - mãe, irmã e avó - a melhorar de vida.

É por essas e outras que ele optou pelas quadras quando chegou a dúvida: vôlei ou veterinária. O jogador pensou em cursar essa faculdade pois gosta muito de animais, mas optei pelo esporte. Entretanto, ele ainda pretende realizar esse sonho quando abandonar o vôlei.



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h47
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A estréia na liga nacional

Em Curitiba, morando ao lado do Círculo Militar, foi difícil para dona Solange impedir que Giba frequentasse os treinamentos. Lá, ele ficou jogando durante dois anos, entre 91 e 92. “Nessa época não me destacava dos meus companheiros de equipe. Era um jogador regular. Era reserva da categoria acima da que eu jogava, mas se o técnico precisasse tirar alguém eu era o primeiro na lista”.

Com apenas 16 anos, Giba fazia sua estréia na Liga Nacional. Saindo do Círculo Militar, ele foi jogar no Curitibanos do técnico Rubinho. Parece que ele não gostou muito da sua estréia no campeonato de projeção nacional. “No meio da temporada, resolvi sair do time e fui jogar vôlei de praia.” Mas isso foi pura diversão, simplesmente para não participar da Liga.

Apesar de sua passagem pelo Curitibanos ter tido um encerramento inusitado, foi nessa época que ocorreu sua primeira convocação para a seleção brasileira infanto-juvenil.

No ano seguinte, sua participação no campeonato nacional aconteceu pelo Cocamar, também de Curitiba. Segundo o próprio Giba, a equipe teve um desempenho muito ruim na competição. “Nossa projeção era ficar pelo menos em quarto lugar. Ficamos apenas em sétimo em 95.” Segundo ele mesmo, o time jogou muito mal principalmente em seu último ano na equipe.



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h46
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Aterrissando na metrópole do vôlei

Mesmo não realizando um bom campeonato em 95, Giba conseguiu chamar a atenção de Renan, então técnico do Chapecó de São Caetano. Pela equipe, o ponta ficou em quarto lugar no Campeonato Brasileiro. “Esse ano foi muito bom na minha carreira. Fizemos uma ótima campanha no Brasileiro que resultou no quarto lugar.”

Apesar de profissionalmente Giba ter certeza de que a passagem pelo Chapecó tenha sido fundamental para sua carreira, economicamente ele tem lá suas dúvidas. O clube ficou devendo cinco meses de salário para todos os jogadores que ainda não foram pagos. “Para nós, jogadores, esse dinheiro faz uma tremenda falta”, afirma.

Do Chapecó Giba se transfere para o Olympikus, na época com sede em Indaiatuba. Itinerante, o time vai para Campinas e na Superliga 97/98 defende a cidade do Rio de Janeiro. Muito satisfeito com a nova sede, Giba aproveita para pegar um bronze nas praias cariocas. No Olympikus, um dos melhores times de vôlei do Brasil, Giba conquistou o campeonato nacional de 97 e, em 98, ficou em segundo lugar, quando a equipe foi superada apenas pela estreante Ulbra, de Canoas. No final do campeonato, ele amargou o banco de reservas. Apesar de gostar muito do Rio de Janeiro, o jogador aceitou, em abril de 98, uma proposta do Papel Report/Suzano para assinar um contrato de dois anos. “A proposta deles foi maior e, por isso, mudei de clube”.

O resultado veio rápido. No mesmo ano, a equipe conquistou o campeonato paulista. Pela Superliga 98/99, o time disputou a final contra o Ulbra, mas perdeu o título. Depois do fim do torneio, a equipe dispensou a maioria de seus jogadores de ponta - entre eles Giba - e montou um time em cima das equipes de base. A partir de então, o jogador passou a negociar com vários clubes - inclusive italianos -, mas acabou indo para Minas por onde disputa a liga nacional da temporada 2000.

Em Belo Horizonte, Giba conquistou mais um título: a Superliga da temporada 99/2000, ao lado das feras Carlão, Maurício e Douglas.



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h45
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Iniciando uma nova geração

Suas passagens pela seleção são tão importantes para Giba que ele divide sua carreira em quatro ciclos: o começo (93), 1995, 1996 e 1997. Todos eles ligados à seleção. Em 1993, quando defendia o Curitibanos, Giba recebeu sua primeira convocação para a seleção infanto-juvenil, dirigida pelo técnico Perci Onken. Naquele ano, o atacante é eleito no Mundial da Juventude, disputado em Istambul (Turquia), o melhor atacante e o melhor jogador. Sua ajuda à equipe foi expressiva: o Brasil leva o título.

Na segunda fase, Giba lembra sua primeira convocação para a seleção adulta. Mas antes disso acontecer, o jogador defendeu a equipe juvenil do técnico Marcos Lebarch, no Mundial da Malásia, em que mais uma vez recebeu o prêmio de melhor atacante. No campeonato o Brasil foi vice-campeão.

Giba recorda que, depois de sua ida para a seleção e retornando ao seu clube, teve uma queda monstruosa de rendimento. ”Eu estava muito bem na seleção e voltei jogando muito mal.”

No ano seguinte uma péssima recordação: o primeiro desde a profissionalização fora da seleção. Segundo Giba, isso foi resultado da péssima campanha realizada no Cocamar. “Em 95 eu não estava jogando bem e a equipe também estava ruim. Tanto é que ficamos em sétimo lugar no campeonato nacional. Isso se refletiu na convocação”.

Em 97, ele retorna e desde então vem se firmando como um dos principais jogadores da equipe de Radamés Lattari. Naquele ano, conquistou a Copa dos Campeões, disputada no Japão, e o Sul-americano. Em outubro de 1998, na jovem equipe, contando apenas com Maurício e Douglas remanescentes da geração de ouro, Giba conquistou - ao lado de Nalbert, Max, Kid, Gustavo e cia - a Copa América. Um verdadeiro feito, derrotando na final a récem-campeã da Liga Mundial, Cuba. Uma surpresa gratificante que só atrairia mais a atenção da torcida para o Mundial do Japão disputado em novembro.

E o desempenho no Mundial não poderia ser mais positivo, derrotando na fase classificatória e nas quartas-de-final todos os seus adversários, inclusive a temida Cuba por fáceis 3 sets a 0. Durante algumas rodadas, ele chegou a liderar as estatísticas de ataque e, no final, ficou em nono lugar nos números do fundamento.

Depois disso, o título parecia certo. Mas para chegar à final ainda era necessário passar nas semifinais pela Itália, dirigida por Bebeto de Freitas, ex-técnico Brasil. Não parecia tão difícil assim. Mas foi. Em um jogo vibrante, as duas equipes se enfrentaram de igual para igual. Até que Giba caiu em cima da bola, virou o pé e rompeu os ligamentos do tornozelo esquerdo. Mesmo com a grave contusão, o jogador continuou em quadra até o final do jogo. Infelizmente, para o Brasil ficou mais difícil. A equipe foi derrotada por 3 a 2, em um jogo considerado por Giba o melhor do campeonato. “Nós nos superamos. Não ter conquistado o título não significa que não estávamos bem. Em um torneio desses, depois de chegar às semifinais qualquer uma das equipes pode ser campeã.” Mas ele não nega que o quarto lugar pode ter sido influência de sua contusão.

Em 1999, após sua total recuperação, o jogador disputou a Copa América nos Estados Unidos, o Sul-americano na Argentina e o Pan-americano em Winnipeg. Nos dois primeiros torneios o Brasil ficou com o título, mas no último conseguiu apenas a medalha de prata. Mas a conquista mais importante ficou para o início de 2000: apesar de ficar de fora do primeiro jogo com problemas no joelho, o jogador voltou ao time no jogo contra a Venezuela, pelo Pré-olímpico, e ajudou a seleção a ficar com a vaga para as Olimpíadas de Sydney.

Em 2001 a estrela de Giba brilhou. Depois de um excelente desempenho em toda a fase classificatória do Mundial, o Brasil - comandado por Bernardinho - enfrentou nada menos do que a temida seleção italiana na disputa da medalha de ouro. Giba e seus companheiros de equipe não decepcionaram, derrotando a primeira colocada no ranking mundial da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) por 3 sets a 0. No mesmo ano, garantiu o título do Sul-americano.



- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h44
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teste2

- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h42
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teste

- Postado por: Juba® (GibaNeles) às 03h31
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